Divina Vox



Com um nome poderoso e místico talvez, a banda gaúcha Divina Vox já tem mais de sete anos de estrada e tem conquistado um lugar especial no cenário musical brasileiro. Realizou turnês por diversos estados e dividiu palco com outros artistas importantes. Participou de diversos festivais, como o “River Rock” em Santa Catarina, no qual uma das atrações principais foi a banda Sepultura.

O single “Falso Rio”, que contou com a participação de Hique Gomez do Tangos e Tragédias, fez parte da programação de rádios gaúchas, como a Itapema do Grupo RBS. Logo após, a banda foi destaque da Show Livre de São Paulo, onde lançou seu clipe “Válvula de Escape”. A partir daí, a divulgação da banda passa ter maior alcance em TV, rádio e outras mídias.

No que diz respeito às influências, a banda mistura elementos musicais cuidadosamente elaborados na criação das músicas. Do Grunge, Indie, Rock Alternativo, Pop Rock, Post-Rock, até Tropicálica, estão os gêneros que mais inspiram as composições. O interessante é perceber que o som que a Divina Vox faz não decepciona a quem aprecia o Rock n’roll tradicional, ou seja, é receptivo tanto a roqueiros conservadores quanto a adeptos de um rock mais moderno.

E quais são as origens dessa revelação musical que aos poucos cresceu e tornou-se merecidamente um destaque do rock gaúcho? Jeferson Vargas (vocalista e guitarrista da banda) e Rafael Salazar (baterista), conheceram-se por meio de amigos em comum e começaram a tocar juntos. No início, faziam música por amor e sem objetivos definidos. No entanto, a banda sempre procurou fazer um som autoral, o que já indicava a busca por uma identidade própria.

A evolução da banda, de garagem para sua solidificação, apresentou a passagem de diferentes baixistas, quando
finalmente em 2007, ocorreu a entrada de Gui Budasky (baixista), que já havia trabalhado com nomes fortes do cenário
gaúcho. Logo após, surge o primeiro trabalho da banda, produzido e gravado de modo independente em 2009,
chamado “Bipolar”, devido à atmosfera de uma euforia melancólica.

As músicas exploram temas existenciais como amor, reflexões sobre a vida e o mundo, por vezes com um humor que dá o toque perfeito nas letras impactantes e poéticas. Além disso, destaca-se a dualidade de sentimentos, onde opostos se enfrentam numa briga interior refletida nesse álbum tão bem intitulado.

Mais tarde, Jeferson convida o guitarrista Will Gomes, amigo de longa data e excelente músico, cuja parceria musical,
curiosamente, se iniciou através de um post sobre David Gilmour no Facebook. Com as influências em comum constatadas e a evidência do perfil certo, Will entra para a banda em definitivo.

A Divina Vox agora está pronta para lançar um EP chamado “Sobrevida” no final de 2014, produzido por Edu K. Sua direção musical resultou em um som mais rico e ousado, que une elementos eletrônicos a guitarras distorcidas. O clipe da música “Amor Auto-Tune” está prestes a ser disponibilizado nas redes. A música explora um universo mais humorístico e sarcástico na sua abordagem, sem abandonar os riffs pesados que são a marca da banda.

Somente uma banda cujos componentes já amadureceram seus gostos e habilidades musicais poderiam reunir tantas referências e fazer disso tudo um som “classudo”, que agrada e gera identificação para quem o escuta. Suas influências ecléticas demonstram originalidade e tino na criação de uma música autêntica e de qualidade!

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