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Gene Simmons detona os antivacinas

Durante uma entrevista ao vivo para o programa TalkShopLive nessa última quarta-feira (10), Gene Simmons fez fortes comentários atacando as pessoas que são céticas em relação às vacinas COVID-19. O baixista estava promovendo as versões deluxe do 45º aniversário do álbum “Destroyer” e comentou sobre o retorno do Kiss Kruise que permitiu somente a entrada de pessoas que apresentassem seu cartão de vacinação.

Gene comenta: “Não me importo com suas crenças políticas. Você não tem permissão para infectar ninguém só porque pensa que tem direitos que são delirantes, é claro“, continuou ele. “Você não tem o direito de passar pelo sinal vermelho; na verdade, o governo tem o direito de dizer para você parar. Você tem que colocar o cinto de segurança. Se eles disserem que você não pode fumar em um prédio, você não pode fumar em um prédio. E não é porque eles querem tirar seus direitos; é porque o resto de nós odeia. Não queremos cheirar sua fumaça. Eu não quero pegar sua doença. Não quero arriscar minha vida só porque você quer passar por um sinal vermelho.”

Toda essa ideia, essa ideia delirante e maligna de que você pode fazer o que quiser e o resto do mundo se danar, é realmente terrível. Você tem que identificar essas pessoas e trazê-las à tona, para saber quem eles são. Saiba quem são seus amigos pelo quanto eles se preocupam com você“, acrescentou Gene. “Isso inclui o COVID. Se você está disposto a andar entre nós não vacinado, você é um inimigo.”

Gene também lamenta a politização das vacinas contra o coronavírus, dizendo: “Tornou-se político, infelizmente. A extrema esquerda e a extrema direita são más; ambas espalham todo tipo de bobagem. Não gosto de nenhuma delas. A política é o inimigo. O humanismo e a humanidade é o que todos devemos nos preocupar. Ame o seu próximo como a si mesmo.”

Paul Stanley e o técnico de guitarra Francis Stueber

Em agosto, Simmons testou positivo para COVID-19, apesar de ter sido vacinado. Seu colega de banda Paul Stanley também pegou o vírus, levando a banda a adiar alguns shows. No final do mês passado, a revista Rolling Stone publicou uma notícia em que um grupo de roadies do Kiss sugeriu que a falta de protocolos COVID aplicados na turnê de despedida “End Of The Road” da banda levou à morte o técnico de guitarra Francis Stueber, de 53 anos.

Stueber morreu de coronavírus em seu quarto de hotel em Detroit em 17 de outubro, apenas dois dias depois de ser colocado em quarentena. Os membros da equipe alegaram que a turnê não tomou medidas de segurança estritas o suficiente, incluindo não testar todos regularmente. Além disso, alguns membros da equipe supostamente disfarçaram sua doença e/ou apresentaram falsos cartões de vacina.

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